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Novas regras reduzem
21/10/2009-13:56

burocracia para rastreabilidade, aponta Acrimar




A Associação dos Criadores de Mato Grosso - Acrimat- considerou positiva a decisão tomada hoje, em caráter terminativa na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária da Câmara dos Deputados, sobre a aplicação de rastreabilidade na cadeia produtiva da carne de bovinos e búfalos. Os pecuaristas vão ter dois anos para se adequarem às novas regras que não são obrigatórias e não por adesão, como ocorre atualmente. A nova lei exige a marca a fogo ou tatuagem e que poderá ser substituída por dispositivos eletrônicos de identificação ou registros genealógicos em entidades privadas, autorizadas pelo ministério da Agricultura. Os produtores também terão que apresentar a guia de trânsito animal, a nota fiscal, os registros oficiais dos serviços de inspeção e as informações dos animais em todos os estágios da cadeia produtiva.

“Esse novo sistema vai desburocratizar todo processo de rastreabilidade do animal. A marca a fogo comprova a origem da propriedade e é uma pratica comum nas fazendas, o GTA registra toda movimentação do animal e a nota fiscal é o comprovante das transações realizadas em toda cadeia da carne. É um sistema plenamente auditável”, disse o superintendente da Acrimat.

 

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